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A indústria das demandas infinitas

A indústria das demandas infinitas
Maria Luíza Mello
mar. 9 - 3 min de leitura
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E se eu te dissesse que existe um setor econômico no qual a demanda de negócios é infinita? Não estamos falando de uma indústria que está simplesmente aquecida ou que é recém-criada e guarda grandes promessas, mas de uma indústria que realmente tem demandas sem fim! Você se interessaria em se especializar e trabalhar neste setor?

Pois bem, esse setor existe, e é o setor de SEGUROS!

Diferente de outras indústrias que exploram recursos naturais, ou que dependem de determinadas estruturas físicas e tecnológicas, correndo o risco de acabar ou ficarem obsoletas, a indústria de seguros é infinita em sua essência. Isto porque quando falamos de seguros, falamos de terceirização de riscos, através do princípio do mutualismo.

Não importa se as pessoas hoje compram carros, mas no futuro passarão a andar só de Uber, ou se utilizarão outro meio de transporte que a gente ainda nem imagina para se locomover... As pessoas que adquirirem patrimônios ainda precisarão protegê-los em todos os tempos!

Além da proteção patrimonial, existe e continuará existindo a necessidade de outros tipos de proteção. Pessoas continuarão a morrer e adoecer, e por isso precisarão proteger suas famílias através de um seguro de vida; erros e omissões ainda acontecerão, e por isso profissionais precisarão proteger suas carreiras com uma apólice de Responsabilidade Civil; empresas precisarão blindar-se de riscos de diversas outras maneiras.

A necessidade de proteção através da contratação de seguros é contínua, porém também é fluida, já que se adapta as mudanças de hábitos de consumo e estilo de vida da sociedade. Imagine se os primeiros seguradores e corretores decidissem limitar-se a oferecer seguros para navios mercantes e parassem no tempo enquanto surgiam carros, fábricas e até mesmo o avião? Com certeza veriam seus negócios ruírem, enquanto a demanda por seguros fora das suas zonas de conforto só cresceria!

Cabe ao profissional da área, corretor e segurador, adaptar-se a essas mudanças. É preciso que as seguradoras formulem produtos que atendam aos movimentos de mercado, e que os corretores se tornem capazes de orientar a contratação dos seguros, conforme as mudanças ocorrem na vida das pessoas no mundo físico e no mundo digital.

Quer um exemplo disso? Quem imaginava, há 40 anos atrás, que iria existir um seguro de riscos cibernéticos para proteger as empresas de ataques de hackers e vazamento de dados?  Pois é, mas hoje existe!

Acompanhar os fluxos e as tendências de seguros, é primordial para que um corretor consiga aproveitar as oportunidades que este setor oferece. É preciso capacitar-se, antes de mais nada, para ser capaz de identificar novas oportunidades de negócios. Além disso, o corretor precisa ser proativo na oferta de produtos e capaz de prestar uma consultoria cada vez mais focada no cliente.


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Maria Luíza Mello

Corretora de seguros e produtora de conteúdo, canal Segura Essa! e Engarde Corretora de Seguros

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